Divinas divas

Mulheres de ontem, de hoje e de amanhã com apenas uma coisa em comum: eu gosto!

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Uma Thurman



Por mais que existam milhares de outros lugares para fixar o olhar, Kill Bill é responsável por eu sempre me lembrar daqueles polegares enormes e tortos quando penso na Uma Thurman.
É inacreditável, mas é verdade. Só depois dos polegares é que me lembro dos olhos, do rosto, do corpo e de tudo mais. E uma mulher daquele tamanho certamente tem lugares de sobra para atrair os olhares.



Indo além do físico, esta mulher possui algo especial que, de alguma forma, hipnotizou completamente o lunático Tarantino. Ou alguém acha que colocá-la em Pulp Fiction e depois em Kill Bill é mera coincidência? Duvido que alguém que sã consciência não tenha curtido a cena do twist com o Travolta. Clássico do cinema pop!
Para mim não há dúvida: o "queixudo" é fissurado na Uma e eu também, só que duvido que seja pelas mesmas razões.



Gosto da falta de simetria, do nariz grande, do jeito (aparentemente) desengonçado e do sorriso sem mostrar os dentes. Até das orelhas pronunciadas eu gosto, o que deve me aproximar bastante do nível de perturbação de certos cineastas.
Adorável perturbação.





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quarta-feira, dezembro 12, 2007

Grace Kelly



Mais uma beleza que gosto de chamar de "clássica".
Mais uma atriz da Hollywood de antigamente, que mesmo assim não deixou de receber acusações de prostituição ou coisa que o valha.
Talvez tenha sido esse o seu grande mérito: escolher o cliente certo para largar a "vida". Ou dá para escolher alguém melhor do que um príncipe?



Não sei se ela fez mesmo favores sexuais e não me interessa.
Este espaço não existe para julgar a moral (ou a falta dela) de ninguém.
Ele existe para registrar meus gostos e render homenagens e, para isto, Grace é perfeita.



Correndo o risco de ser hostilizado por fãs mais tradicionais, acho os traços do rosto da Grace parecidos com os da Elizabeth Shue, o que aumenta ainda mais meu apreço.
Gosto dos cabelos louros, do queixo quadrado e do olhar meio triste, meio sedutor, capaz de derrubar governos e governantes.
Pensando bem, foi exatamente o que ela fez, não foi?





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segunda-feira, setembro 03, 2007

Kathleen Robertson



Mais uma beleza saída de "Barrados no Baile".
A Claire nunca foi a minha preferida, principalmente no começo, onde aparecia como uma moleca mimada e sem muita graça. Mas o tempo passou e ela "encorpou". Virou um mulherão cheio de charme e simpatia.



Já não sei mais se ela namorou o Steve, se conseguiu ficar com o Brandon, se tentou suicídio ou se apenas saiu do seriado como fizeram a Shannen Doherty e o Jason Priestley. Acho que a memória já está falhando e preciso rever com cuidado os DVDs da primeira temporada que acabei de comprar.



Acabo de me lembrar que a Claire só apareceu quando o povo foi para a universidade, o que significa que terei que esperar pelas demais temporadas.
Pena. Até lá, fico com as fotos e as memórias.
Ah, mas que memórias foram aquelas...



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segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Marguerite Moreau



Se eu ganhasse mil reais para cada atriz de seriado americano por quem fico admirado, certamente eu já teria trocado de carro, de apartamento e teria grana para ficar 30 dias na Europa gastando tudo o que tivesse vontade.
Esta americana com nome de francesa e cara de mestiça é só um dos exemplos mais recentes disso.



Desde a primeira vez que a vi no piloto da série "Life as we know it", fiquei fascinado pelo seu jeito de "jogar na retranca e surpreender o adversário".
Essa metáfora futebolística é cretina, mas ate que descreve bem esse forma de demonstrar que não está nem aí, só para atrair a atenção dos homens e pegá-los desprevenidos e distraídos.
É tudo tática.



Foi exatamente assim que agiu a Monica Young, a personagem dela na série: ela deixou o estudante louco, ficou com ele e depois enloqueceu quando ele a trocou por outra.
Aqui entre nós, esse é um pecado que nenhum homem poderia cometer.
Trocar estes olhos puxados por qualquer outra coisa no mundo é algo que não se faz.

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sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Christine Elise



Mais uma beleza da "safra" de Barrados no Baile.
Mas desta vez se trata de algo diferente daquelas coisas maravilhosas e escancaradas do tipo Kelly e Brenda. Desta vez falamos da Emily Valentine, a namoradinha meio psicótica que balançou a vida do Brandon de forma definitiva e que teria feito muito mais bagunça se tivesse ficado mais em Beverly Hills.



Menciono o personagem por que é ele que tem mais significado para mim.
Não conheço a atriz direito nem outro trabalho que ela tenha feito, por isso me apego ao que tenho.
Me apego àquele cabelinho curto, louro e espetado, àquele sorriso imperfeito, àquelas roupas datadas, mas bonitas e àquele ar de apaixonada até as últimas consequências.
É só a isso que me apego.



Quando ela foi embora, Brandon sofreu. Quando voltou e foi de novo, ele voltou a sofrer. Aí ela não voltou mais, e ele sobreviveu.
Acho que ela foi um daqueles "males necessários" para a vida do Brandon, uma daquelas ocorrências que nos fazem mais fortes e nos enchem de saudade quando voltam à nossa memória.
Pensando bem, se toda lembrança amorosa fosse assim, o mundo seria um lugar bem melhor para se viver.

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segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Elisabeth Shue



"Despedida em Las Vegas". Tudo começou ali, naquele filme, onde ela era uma prostituta que queria encontrar o amor (não são todas que querem?) e o Nicholas Cage era um cara que queria beber até morrer (e conseguiu).
Ela estava linda com aquelas roupas de profissional, aquele jeito de profissional, aquela cara de profissional, aquela tristeza de profissional.
Linda de morrer. E ela também quase conseguiu isso.



Depois desse filme acabei percebendo que eu já a tinha visto em ação antes.
Tinha sido no primeiro "De volta para o futuro", mas ela tinha aparecido tão pouco que eu (incrivelmente) não a havia percebido.
Tonto eu que deveria estar prestanto atenção no DeLorean ou no Dr. Emmet Brown.
Ah, os adolescentes.



A lembrança seguinte que tenho dela é no filme "O homem sem sombra" com o Kevin Bacon.
Novamente ela está linda, só que desta vez desgrenhada e menos charmosa e provocante do que no "Despedida".
E até quando ela sofre horrores para matar o bandido, não deixo de achar que por aquele sorriso, valeria mesmo a pena levar umas pauladas ou facadas.
Ah, o amor.



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sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Scarlett Johansson



Uma escolha pouco comum para um cara que costuma se apegar a fases da vida para escolher as mulheres para admirar.
Esta Scarlett apareceu, por assim dizer, agora, há coisa de poucos anos, mas já merece um lugar junto às maiores Divas.
Exatamente por sua novidade, não há muita coisa na minha vida que remeta à esta escolha, mas acho que ninguém pode me criticar por admirá-la aqui.



A primeira vez que a vi foi em "Encontros e desencontros", um filme que ainda não consigo digerir direito, mas que minha irmã cineasta adora, e que mostra uma atriz linda, jovem e cheia de charme. Nem o Bill Murray resistiu, apesar de não encostar um dedo nela.
Não vi seus outros filmes, mas não preciso disso para achá-la o máximo.
Uma "aquisição" recente, mas significativa à minha coleção de homenagens.

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