Divinas divas

Mulheres de ontem, de hoje e de amanhã com apenas uma coisa em comum: eu gosto!

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Marguerite Moreau



Se eu ganhasse mil reais para cada atriz de seriado americano por quem fico admirado, certamente eu já teria trocado de carro, de apartamento e teria grana para ficar 30 dias na Europa gastando tudo o que tivesse vontade.
Esta americana com nome de francesa e cara de mestiça é só um dos exemplos mais recentes disso.



Desde a primeira vez que a vi no piloto da série "Life as we know it", fiquei fascinado pelo seu jeito de "jogar na retranca e surpreender o adversário".
Essa metáfora futebolística é cretina, mas ate que descreve bem esse forma de demonstrar que não está nem aí, só para atrair a atenção dos homens e pegá-los desprevenidos e distraídos.
É tudo tática.



Foi exatamente assim que agiu a Monica Young, a personagem dela na série: ela deixou o estudante louco, ficou com ele e depois enloqueceu quando ele a trocou por outra.
Aqui entre nós, esse é um pecado que nenhum homem poderia cometer.
Trocar estes olhos puxados por qualquer outra coisa no mundo é algo que não se faz.

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sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Christine Elise



Mais uma beleza da "safra" de Barrados no Baile.
Mas desta vez se trata de algo diferente daquelas coisas maravilhosas e escancaradas do tipo Kelly e Brenda. Desta vez falamos da Emily Valentine, a namoradinha meio psicótica que balançou a vida do Brandon de forma definitiva e que teria feito muito mais bagunça se tivesse ficado mais em Beverly Hills.



Menciono o personagem por que é ele que tem mais significado para mim.
Não conheço a atriz direito nem outro trabalho que ela tenha feito, por isso me apego ao que tenho.
Me apego àquele cabelinho curto, louro e espetado, àquele sorriso imperfeito, àquelas roupas datadas, mas bonitas e àquele ar de apaixonada até as últimas consequências.
É só a isso que me apego.



Quando ela foi embora, Brandon sofreu. Quando voltou e foi de novo, ele voltou a sofrer. Aí ela não voltou mais, e ele sobreviveu.
Acho que ela foi um daqueles "males necessários" para a vida do Brandon, uma daquelas ocorrências que nos fazem mais fortes e nos enchem de saudade quando voltam à nossa memória.
Pensando bem, se toda lembrança amorosa fosse assim, o mundo seria um lugar bem melhor para se viver.

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sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Daniele Suzuki



Eu e esta minha obsessão por orientais.
Isto talvez tenha a ver com o fato de eu nunca ter conseguido namorar uma (por pura incompetência) e tenha chegado, no máximo, a sentir o gosto de algumas bocas vindas do outro lado do mundo, em espírito, claro, já que todas eram, no máximo, sansei.
Esta carioquinha de jeito gingado é apenas a ponta do iceberg da obsessão, toda cheia de charme, de beleza e daquela coisa que só os olhinhos puxados têm: mistério.



Não que ela não tenha aparência de transparente, mas é que o imaginário sempre leva a essa coisa de segredos inconfessáveis, silêncio e gestos comedidos. É aquela coisa machista de gueixa mesmo.
E nada mais diferente de gueixa do que esta delícia japonesa.
Voz rouca, corpo sarado, rosto lindo, namorados descolados e um ritmo que nem toda mulata tem. Ai que loucura.



Olhando para essa japinha dá até vontade de abandonar preconceitos e me mudar para o Rio. Mas seria só para vê-la na praia, por isso teria que ser algo muito bem esquematizado, uma operação de guerra mesmo: sempre que ela saísse de casa em direção à areia, eu estaria ali, pronto para olhá-la de longe e ficar feliz só com isso.
Não disse que era mesmo uma obsessão?

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quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Cuca Lazarotto



Mais uma que veio na primeira leva de VJs da MTV Brasil.
Uma beleza bem mais "na cara" do que as colegas, mas nem por isso ela merece menos homenagens da minha parte.
Eu adorava quando ela balançava os braços enquanto falava, não sei se seguindo uma orientação do Diretor ou simplesmente sendo ela mesma. O importante é que eu gostava, gosto e seguirei gostando mesmo que eu não a veja na telinha com a mesma frequência.



Desde que deixou a MTV, ela andou por alguns canais cujos nomes não consigo me lembrar, apresentando programas que eu também não vi, até que chegou à Cultura, onde deve estar até hoje.
Na verdade, isso importa pouco já que este espaço não é para comentar a programação da TV e sim para registrar minha admiração pela beleza de algumas mulheres escolhidas e dedo e este é seguramente o caso da Cuca Lazarotto.
Continue linda, querida. Nós agradecemos.

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segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Elisabeth Shue



"Despedida em Las Vegas". Tudo começou ali, naquele filme, onde ela era uma prostituta que queria encontrar o amor (não são todas que querem?) e o Nicholas Cage era um cara que queria beber até morrer (e conseguiu).
Ela estava linda com aquelas roupas de profissional, aquele jeito de profissional, aquela cara de profissional, aquela tristeza de profissional.
Linda de morrer. E ela também quase conseguiu isso.



Depois desse filme acabei percebendo que eu já a tinha visto em ação antes.
Tinha sido no primeiro "De volta para o futuro", mas ela tinha aparecido tão pouco que eu (incrivelmente) não a havia percebido.
Tonto eu que deveria estar prestanto atenção no DeLorean ou no Dr. Emmet Brown.
Ah, os adolescentes.



A lembrança seguinte que tenho dela é no filme "O homem sem sombra" com o Kevin Bacon.
Novamente ela está linda, só que desta vez desgrenhada e menos charmosa e provocante do que no "Despedida".
E até quando ela sofre horrores para matar o bandido, não deixo de achar que por aquele sorriso, valeria mesmo a pena levar umas pauladas ou facadas.
Ah, o amor.



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sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Scarlett Johansson



Uma escolha pouco comum para um cara que costuma se apegar a fases da vida para escolher as mulheres para admirar.
Esta Scarlett apareceu, por assim dizer, agora, há coisa de poucos anos, mas já merece um lugar junto às maiores Divas.
Exatamente por sua novidade, não há muita coisa na minha vida que remeta à esta escolha, mas acho que ninguém pode me criticar por admirá-la aqui.



A primeira vez que a vi foi em "Encontros e desencontros", um filme que ainda não consigo digerir direito, mas que minha irmã cineasta adora, e que mostra uma atriz linda, jovem e cheia de charme. Nem o Bill Murray resistiu, apesar de não encostar um dedo nela.
Não vi seus outros filmes, mas não preciso disso para achá-la o máximo.
Uma "aquisição" recente, mas significativa à minha coleção de homenagens.

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